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Jardim da Gulbenkian

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Fascina- me o jardim da Gulbenkian. É um dos meus locais favoritos. Aqueles cantos e recantos que vão quase sempre dar a qualquer lado. Ouvir o som dos pássaros como se estivéssemos no campo e não no meio da cidade. A cascata com água fresca sempre a correr. Os patos, as tartarugas e os peixes em comunhão com a constante passagem de gente. Gosto de me sentar, admirar, cheirar e ouvir os sons me rodeiam naquele momento. Quase me esqueço que estou na cidade não fossem as buzinadelas lembrando o trânsito. É um pedaço de paz que tão bem nos faz. Tudo se encaixa tão bem! Está tudo ali. A cultura em consonância com a natureza. Impossível não nos sentirmos bem depois de uma visita à Gulbenkian. Impossível não ter direito a um post neste meu blog.

Burn-out

Estou em casa a recompor-me de uma dor de coluna há aproximadamente 1 mês.  Julgava eu que era só uma dor de coluna... Não prestei atenção aos alertas que o meu corpo foi dando. Sentia uma pressão na coluna que piorava com o estar sentada muitas horas mas sendo fibromiálgica desvalorizei os sintomas. Um aparte mas mais do que a incompreensão das pessoas que nos rodeiam, nós somos os nossos piores inimigos. Não falo só de pessoas que padecem da mesma doença mas de todas as doenças crónicas. Desvalorizamos e desprezamos os alertas do nosso corpo, porque ouvimos os comentários depreciativos (tantas vezes!) dos outros e esquecemos de ouvir quem realmente importa: nós! Quando comecei a sentir- me mal, deveria ter sido honesta com a minha reumatologista. Deveria ter-lhe contado que além das dores físicas, a parte psicológica também não estava nada bem. O stress diário constante no emprego, a exigência e o excesso de trabalho, o dormir pouco e mal, os ataques de c...

Eleições... Descontentamento!

O que aí vem... Não sei! Só sei que as eleições foram daqui a pouco há um mês e que pareço estar a viver num país onde reina a palhaçada. Que mais se pode pensar? Que mais se pode esperar? Que ataque ao poder... Tudo vale quando não se quer saber do país e sim do estatuto... Do estar lá em cima ( seja lá o que isso for) a qualquer custo, a qualquer preço... O país?! Querem lá saber do país. Não tenho cor partidária. Voto sempre! Normalmente nos que me dizem algo ou em branco, quando não dizem mas confesso que depois da palhaçada que se tornou o pós eleições e enquanto me lembrar, o meu voto está seguramente à direita. Não tinha nada contra o "antes" das eleições, mas depois do circo que montaram... Meus "amigos", se muita gente pensar como eu, durante os próximos anos não conseguem vencer nada. Tem sido uma vergonha! É esta a esquerda que temos e que nos quer governar? Vergonha!!! E o país, senhores? E o país? E as pessoas? Pensam verdadeiramente em nós...

A felicidade exige valentia

A felicidade exige valentia. "Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..." Fernando Pessoa - 70º aniversário da sua morte Muito bom! Um texto que podia bem ser de um de nós. Quase que me atrevo a dizer que eu e Fernando Pessoa temos a mesma maneira de pensar :...