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A mostrar mensagens de junho, 2018

Livro: " A rapariga que roubava livros"

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Iniciei este livro de Markus Zusak, nas férias de verão do ano passado (2017). Antes de ir de férias tenho por hábito comprar alguns (para não dizer, muitos) livros na Feira do Livro de Lisboa. Este ano já aumentei a minha biblioteca com mais uns quantos. É talvez, a seguir a vestuário onde gasto mais dinheiro. Considero-o tão bem gasto! O meu marido nem se opõe. Poderia perguntar "porquê outros" quando ainda não li ou terminei os 5 que tenho na mesa de cabeceira. É perfeitamente legítimo mas não o faz.  Sabe, talvez, que é um dos meus maiores prazeres e como tal, silencia-se. Ora, sobre o livro: Quase um ano a ler 463 páginas. Aborrecido, podem pensar. Nada disso. Normalmente, gosto  de prolongar a leitura até às férias de verão do ano seguinte e pelo meio, leio mais dois ou três ao mesmo tempo. (Gosto de  acabar de ler na praia. Não sei porquê mas gosto de o fazer). Desta vez foi mais forte do que eu e já o terminei. Ajudou o facto de estar em c...

Hoje é... dia de festa!

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15 anos! Como o tempo passa... A minha menina já não é uma menina.  Está uma jovem. Doce! Como só ela sabe ser. Corajosa e tímida ao mesmo tempo.  Mantendo o sorriso. Alegre, aberto… feliz! Com dúvidas tão próprias desta idade mas sem temer o futuro que está para vir… Quando olho para ela, não consigo esconder o amor e o orgulho que sinto. Isto de ser mãe tem muito que se lhe diga. Sendo um trabalho para a vida a inteira, é de longe, o melhor que poderia ter. Temos de ter coração forte para aguentar as alterações de humor ao longo do dia. Vive-se a mil, sejam as conquistas ou as derrotas, sejam as alegrias ou as tristezas, sejam as dúvidas ou as certezas. Não importa! Só importa o amor que não termina, nunca. Sempre quis ser mãe. Não tinha muitas certezas na minha vida mas esta era uma das minhas prioridades. Ser mãe. Ter a casa sempre cheia... Quis o destino que ficasse filha única mas isso pouco importa. Foi muito desejada! Continua a ser muito...

Dia de chuva

Quase o verão a bater à porta e surpresa das surpresas... Chuva com direito a trovoada. É verdade!  Depois de uns dias abrasadores, repletos de calor, chega-nos chuva. Não me estou a queixar. Se há coisa que muito aprecio, são dias assim. Dias de chuva com calor à mistura que puxam ao sentimentalismo, ao regresso à infância. Aos dias de férias no Alentejo, onde o cheiro a terra molhada tem outro fascínio. Com história. A minha história. Trazem tantas recordações. Tão boas! Relembro com nostalgia, as longas conversas com a minha avó materna. Era em dias assim, que se falava sobre a história da família. Em dias assim, que os fiquei a conhecer, pelo que passaram, pelo que sofreram.   Em dias assim, que aprendi a fazer crochet. Em dias assim... que saudades! Dos dias e dela. E caminhar. Com a chuva miudinha. Senti-la na face, no corpo. Tão bom! Claro que as alterações climaticas não são os "maiores aliados" da fibromialgia e na situação em que me encont...

Burn-out

Estou em casa a recompor-me de uma dor de coluna há aproximadamente 1 mês.  Julgava eu que era só uma dor de coluna... Não prestei atenção aos alertas que o meu corpo foi dando. Sentia uma pressão na coluna que piorava com o estar sentada muitas horas mas sendo fibromiálgica desvalorizei os sintomas. Um aparte mas mais do que a incompreensão das pessoas que nos rodeiam, nós somos os nossos piores inimigos. Não falo só de pessoas que padecem da mesma doença mas de todas as doenças crónicas. Desvalorizamos e desprezamos os alertas do nosso corpo, porque ouvimos os comentários depreciativos (tantas vezes!) dos outros e esquecemos de ouvir quem realmente importa: nós! Quando comecei a sentir- me mal, deveria ter sido honesta com a minha reumatologista. Deveria ter-lhe contado que além das dores físicas, a parte psicológica também não estava nada bem. O stress diário constante no emprego, a exigência e o excesso de trabalho, o dormir pouco e mal, os ataques de c...