A fibromialgia
Entrou na minha vida sem ter sido convidada ( o que considero de muito mau gosto, porque podia pelo menos ter-me dito qualquer coisa)
Em 2003 nascia a minha filha, e com o seu nascimento, algo viria a desenvolver-se também.
Depois de sermos pais passamos por uma imensidão de emoções e principalmente quando o somos pela 1ª vez.
Queremos que tudo seja perfeito e sermos perfeitos em tudo... mas não somos!
E depois do cansaço inicial ficam as mazelas, quando as mesmas existem.
Fiquei com a minha filha até aos 5 meses e meio e quando recomecei a trabalhar, senti na pele as noites mal dormidas, o ser mãe, ser trabalhadora, ser dona de casa ( como todas as outras mulheres) .
Emagreci imenso e comecei a sentir falta de visão do lado dto.
A ansiedade deu cabo de mim e o medo foi-se instalando porque tinha acabado de ter uma menina e se até aqui a morte não me assustava, passou a preocupar-me e muito.
Corri médicos e homeopatas, fiz exames e gastei rios de dinheiro...
Acabei por descobrir que tinha uma insuficiência mitral congénita que me provocavam aquela ansiedade e aquelas perturbações na visão.
Mas as dores em algumas partes do corpo além de esquisitas, eram difíceis de explicar,
e o levantar de manhã e os formigueiros nas mãos e nos pés, o pegar nas coisas e deixá-las cair sem dar conta, estavam a dar comigo em doida...
Achava que tinha problemas de coluna e resolvi ir a um especialista uma vez que as dores aumentavam a um ritmo agora maior que me impossibilitavam ir trabalhar...
E em boa- hora o fiz. Foi directo e conciso: o meu problema não tinha a ver com coluna mas recomendava-me uma consulta de reumatologia.
Em Março de 2007, era-me finalmente diagnosticada a fibromialgia.
Fiz análises, as dores são exactamente nos pontos conhecidos como sendo da doença e sou medicada e "revista" de 3 em 3 meses.
Se aceitei bem?
Foi complicado... Primeiro achei que sim e depois pensei, porquê eu?!
Até nem sou má pessoa...
Dava comigo a pensar o que me faria esta doença. Li tudo o que pude e não era muito agradavel mas tenho algo no meio de tudo isto... acho que sou muito positiva e lutadora por natureza.
E penso que existem pessoas em pior situação que eu e com doenças mais graves.
E que tenho um marido que me apoia e uma filha que percebe que a mãe nem sempre lhe pode pegar ao colo... Que mais posso pedir? :D
Em 2003 nascia a minha filha, e com o seu nascimento, algo viria a desenvolver-se também.
Depois de sermos pais passamos por uma imensidão de emoções e principalmente quando o somos pela 1ª vez.
Queremos que tudo seja perfeito e sermos perfeitos em tudo... mas não somos!
E depois do cansaço inicial ficam as mazelas, quando as mesmas existem.
Fiquei com a minha filha até aos 5 meses e meio e quando recomecei a trabalhar, senti na pele as noites mal dormidas, o ser mãe, ser trabalhadora, ser dona de casa ( como todas as outras mulheres) .
Emagreci imenso e comecei a sentir falta de visão do lado dto.
A ansiedade deu cabo de mim e o medo foi-se instalando porque tinha acabado de ter uma menina e se até aqui a morte não me assustava, passou a preocupar-me e muito.
Corri médicos e homeopatas, fiz exames e gastei rios de dinheiro...
Acabei por descobrir que tinha uma insuficiência mitral congénita que me provocavam aquela ansiedade e aquelas perturbações na visão.
Mas as dores em algumas partes do corpo além de esquisitas, eram difíceis de explicar,
e o levantar de manhã e os formigueiros nas mãos e nos pés, o pegar nas coisas e deixá-las cair sem dar conta, estavam a dar comigo em doida...
Achava que tinha problemas de coluna e resolvi ir a um especialista uma vez que as dores aumentavam a um ritmo agora maior que me impossibilitavam ir trabalhar...
E em boa- hora o fiz. Foi directo e conciso: o meu problema não tinha a ver com coluna mas recomendava-me uma consulta de reumatologia.
Em Março de 2007, era-me finalmente diagnosticada a fibromialgia.
Fiz análises, as dores são exactamente nos pontos conhecidos como sendo da doença e sou medicada e "revista" de 3 em 3 meses.
Se aceitei bem?
Foi complicado... Primeiro achei que sim e depois pensei, porquê eu?!
Até nem sou má pessoa...
Dava comigo a pensar o que me faria esta doença. Li tudo o que pude e não era muito agradavel mas tenho algo no meio de tudo isto... acho que sou muito positiva e lutadora por natureza.
E penso que existem pessoas em pior situação que eu e com doenças mais graves.
E que tenho um marido que me apoia e uma filha que percebe que a mãe nem sempre lhe pode pegar ao colo... Que mais posso pedir? :D
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