Mais vale tarde que nunca!
Ao fim de quase 4 meses começo finalmente a ver a " luz ao fundo túnel".
E que difícil estava a ser!
Com queixas permanentes e dúvidas mais que muitas, sentia- me agastada, desanimada e cansada.
Depois de alguns exames e várias consultas depois, iniciei a fisioterapia e já começo a ver alguns resultados.
Tive também a minha primeira consulta de psicologia. Ia com receio.
Receio de que o que dissesse fosse mal interpretado, que me achasse tonta mas... Eu é que estava a ser tonta por pensar assim, certo?
A psicóloga está ali para me ajudar e se lhe omitir ou embelezar a minha história de vida, como o poderá fazer, certo?
Foi talvez, das minhas acções recentes, a mais acertada.
Expus- me sem medos, revivi momentos passados que me fizeram perceber que são isso mesmo, passados e percebi também que estão resolvidos, arrumados.
Trouxe um trabalho para casa que me tem "obrigado" a conhecer melhor. Que me tem " obrigado" a repensar as minhas escolhas até então, as minhas acções, o meu comportamento perante a vida e os outros.
Perceber que a bagagem que tenho acumulado com o passar dos anos pode ser arrumada e ser substituída por uma nova cujo propósito maior será o cuidar primeiro de mim, sem prejuízo para com as pessoas que me rodeiam.
Durante anos o meu primeiro pensamento/ preocupação era sempre o próximo.
Sabia que devia cuidar de mim mas não queria magoar ninguém . Na minha cabeça, o facto de pensar primeiro em mim, fazia- me sentir mal, quase egoísta, porque achava que estava a descurar as outras pessoas.
Não é verdade. Sei- o agora...
Percebo agora que se não tratar de mim, não poderei ajudar os outros.
Que tome as decisões que tomar, a primeira pessoa em que deverei pensar, será em mim.
Fazer isto não irá mudar a minha simpatia, empatia ou preocupação para com os outros porque sou como sou mas irá fazer muito por mim.
E lá diz o ditado: "mais vale tarde que nunca!"
Agora é continuar a trabalhar para a cura.
E que difícil estava a ser!
Com queixas permanentes e dúvidas mais que muitas, sentia- me agastada, desanimada e cansada.
Depois de alguns exames e várias consultas depois, iniciei a fisioterapia e já começo a ver alguns resultados.
Tive também a minha primeira consulta de psicologia. Ia com receio.
Receio de que o que dissesse fosse mal interpretado, que me achasse tonta mas... Eu é que estava a ser tonta por pensar assim, certo?
A psicóloga está ali para me ajudar e se lhe omitir ou embelezar a minha história de vida, como o poderá fazer, certo?
Foi talvez, das minhas acções recentes, a mais acertada.
Expus- me sem medos, revivi momentos passados que me fizeram perceber que são isso mesmo, passados e percebi também que estão resolvidos, arrumados.
Trouxe um trabalho para casa que me tem "obrigado" a conhecer melhor. Que me tem " obrigado" a repensar as minhas escolhas até então, as minhas acções, o meu comportamento perante a vida e os outros.
Perceber que a bagagem que tenho acumulado com o passar dos anos pode ser arrumada e ser substituída por uma nova cujo propósito maior será o cuidar primeiro de mim, sem prejuízo para com as pessoas que me rodeiam.
Durante anos o meu primeiro pensamento/ preocupação era sempre o próximo.
Sabia que devia cuidar de mim mas não queria magoar ninguém . Na minha cabeça, o facto de pensar primeiro em mim, fazia- me sentir mal, quase egoísta, porque achava que estava a descurar as outras pessoas.
Não é verdade. Sei- o agora...
Percebo agora que se não tratar de mim, não poderei ajudar os outros.
Que tome as decisões que tomar, a primeira pessoa em que deverei pensar, será em mim.
Fazer isto não irá mudar a minha simpatia, empatia ou preocupação para com os outros porque sou como sou mas irá fazer muito por mim.
E lá diz o ditado: "mais vale tarde que nunca!"
Agora é continuar a trabalhar para a cura.
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