Confinamento

Vive-se medo.

Como algo que não se vê a olho nú, nos pode intimidar , nos pode paralisar, nos pode isolar tanto.

Tem sido um ano terrível.
Não só pela mortandade que todos os dias nos entra pela casa dentro, pela TV. 
Como esta proibição de estar com a família, amigos, pessoas.
A COVID/19 tomou conta das nossas vidas, isolando-nos de tudo e todos, do trabalho, da vida mundana mas principalmente do toque das nossas famílias.
A ignorância de uma nova doença da qual apenas se sabe que mata, obrigou a estados de emergência e isolamento social.
Estamos fechados em casa. A cidade está vazia do bulicio diário que se vivia até então. 
Não podemos conviver. As lojas estão fechadas. As entradas nos supermercados são controladas. O país fechou. O mundo todo fechou.
Se encontramos os vizinhos, não sabemos como reagir, falar, parecendo uns tolos.

A vacinação será o passo a seguir mas, entretanto, nada será igual.
Fala-se de caso idêntico: quando a gripe surgiu, as máscaras fizeram parte do dia-a-dia e os números de mortes foram elevados.
O desconhecimento tem destas coisas.
Até que surgiu tratamento e hoje é uma doença normal.
As estirpes vão surgindo mas controladas.
Esperemos que assim seja com esta nova doença.
Tenho saudades de abraçar a minha família, de estar com ela e com a aproximação das festas, a distância, obrigatória, não ajuda.
Esperemos que o confinamento a que estamos obrigados controle a evolução da doença.
Acredito numa solução muito em breve. 
Quero acreditar que sim.



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